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130ª Pesquisa CNT/MDA avalia índice de satisfação com o governo e expectativa com assuntos de relevância nacional

Publicada em 25 de fevereiro de 2016.

A 130ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada na última quarta feira (24/02) mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal da presidenta Dilma Rousseff. Além disso, aborda também a expectativa da população sobre emprego, renda, saúde, educação e segurança pública, com tópicos exclusivos sobre zica vírus, crise econômica, lava jato e eleições 2018.

De acordo com a Pesquisa, a avalição do governo da presidenta Dilma Rousseff é positiva para 11,4% dos entrevistados contra 62% de avaliação negativa. No que tange seu desempenho pessoal, 21,8% dos entrevistados aprovam, contra 73,9% que são contra. Na avaliação Estadual, 2,5% dos entrevistados afirmaram estar satisfeitos com o desempenho do governador do seu Estado e o avaliam como ótimo, contra 20,1% que avaliam como bom, 39,1% como regular, 13,7% como ruim e 19,9% como péssimo. Em âmbito Municipal, 6,1% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 23,2% avaliam como bom, 29,3% como regular, 13,1% como ruim e 26,2% como péssimo.

No quesito saúde, 15,4% dos entrevistados acreditam em uma melhora no serviço prestado, contra 48,0% que acreditam que vai piorar e 35,6% que acreditam que ficará igual.  Quando questionados sobre dengue, zika ou chikungunya, 55,6% dos entrevistados disseram conhecer alguém que já contraiu uma dessas doenças nos últimos 6 meses. 85,2% dos entrevistados afirmaram ter mudado os hábitos para se protegerem do Aedes aegypti. Entre eles 93,2% passaram a combater o foco do mosquito em casa e 30,6% passaram a fazer uso regular de repelente. 88,7% têm receio de pegar alguma das doenças transmitidas pelo mosquito (dengue, zika ou chikungunya).

Quando questionados sobre a crise econômica, 79,3% dos entrevistados consideram que a presidenta Dilma Rousseff não está sabendo lidar com a situação. 64,1% avaliam que em três anos ou mais será possível resolver a crise em que o país se encontra. 52,2% consideram que a crise mais grave atualmente é a econômica e 44,1% consideram que é a crise política.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 a 21 de fevereiro de 2016. Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Acesse o relatório completo aqui.

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